quinta-feira, 20 de agosto de 2015



                                Boa noite galera, compre meu livro

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                     Primeiro aparelho de raio-x 
                                 América do Sul
          

                                   Dr. Jose Carlos Ferreira Pires
                      O precursor das técnicas radiológicas no Brasil 
 
 O aparelho fabricado em 1897, sob a supervisão direta de Roentgen, foi logo enviado ao Brasil. Chegando ao País, foi transportado em caixotes, em lombo de burros e carros de boi, de Tamanduá ( atual Itapecerica) até formiga, no estado de Minas Gerais. O aparelho da marca Siemens era rudimentar, com bobinas de Rhumkorff, de 70 centímetros cada uma e tubos de Crookes. Como não tinha eletricidade na época em Formiga, o aparelho foi inicialmente alimentado por baterias e pilhas Leclancher rudimentares de 0,75 HP. Atualmente, o aparelho encontra-se no International Museum of Surgical Science, em Chicago, Estado Unidos.
   O tempo para fazer uma chapa ou uma radiografia de um toráx levava cerca de 15 a 30 minutos, e do crânio cerca de 45 minutos.



CURIOSIDADE

    O primeiro tomógrafo foi desenvolvido pelo matemático e físico inglês Godfrey Hounsfield, que trabalhava na EMI. Nesta época a EMI produzia os discos  the Beatles.
Uma grande parte da pesquisa foi suportada graças a contribuição da banda.




     Na mesma época, o americano Allan Cormack, da Tufts University, em Massachusetts, produziu tecnologia similar. Ambos receberam em 1979 o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

                                            

                     História da tomografia 



           Dr. Godfrey N. Hounsfield engenheiro britanico e ao Dr. Allan Mleod Cormack fisico durante 1970 o desenvolvimento da tomografia computadorizada Em 1972 foi introduzido o novo metodo para a formacao de imagem a partir dos raios X O tempo de aquisição de um corte tomográfico era de aproximadamente 5 minutos e um estudo completo durava muitas vezes mais de uma hora.

    Formação da                     Imagem 

Nos atuais tomógrafos computadorizados, um tubo de raios-X emite um feixe de radiação de forma laminar e de espessura muito fina, da ordem de milímetros, que atravessa o paciente indo sensibilizar um conjunto de detectores. O computador de posse dos dados obtidos nas diferentes projeções constrói uma imagem digital representada por uma matriz. Cada elemento de imagem da matriz (pixel) se apresentará com um tom de cinza Escala de Hounsfield   Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).  Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).  

                   
                  Geração dos sistemas tomográficos 


  Primeira Geração Fonte de raios x gira 180 graus em torno do paciente, que é recebido por um único detector , demora vários minutos para elaborar um corte.  

  Segunda geração Duas fontes de raios x e vários detectores em movimento rotatório em volta do paciente,para fazer um corte levava cerca de 20 segundos.  

Terceira geração A fonte de raios x gira em torno de paciente emitindo um feixe em leque e é captada por vários detectores,tempo por corte de 2 a 10 segundos.  

Quarta geração Fonte de raios x gira emitindo feixe bem fino de radiação que é captada por anel de detectores, tempo por corte de 1 a 8 segundos. 

Quinta geração Helicoidal – Multislice múltiplos anéis de detectores , realiza múltiplos cortes por revolução do tubo. 

                                         Dr. Godfrey N. Hounsfield

TÉCNICA DE EXAME HELICOIDAL 

Tanto o médico-radiologista quanto o técnico devem conhecer e saber selecionar os parâmentros técnicos desejados para executar um exame helicoidal, visto que, assim como o exame convencional, deve-se primeiramente determinar a espessura de corte para órgão ou estruturas de interesse. Em seguida, deve-se especificar o intervalo em que a mesa vai deslocar-se. Essa medida define exatamente o incremento da mesa por período de rotação do gantry, ou velocidade da mesa, se for usado o tempo de 1 segundo para período de rotação do gantry. Outra forma de definir essa medida é a chamada área coberta (Pitch). Essas definições variam de acordo com o fabricante do equipamento. A área coberta (pitch) é definida como a proporção do incremento da mesa por rotação de 360º graus do tubo. Colimação do feixe(espessura de corte , Pitch e Incremento) O critério utilizado na TCH para escolha da abertura do colimador (espessura do corte) é o mesmo utilizado na tomografia convencional.

PRINCÍPIO DO RAIO - X


      No final do século XIX, mais precisamente no dia 8 de novembro de 1895 foi descoberto o Raios X pelo físico alemão Willian Conrad Roetgen ao ver sua mão projetada numa tela enquanto trabalhava com radiações. Por ser muito perspicaz e inteligente imaginou que de um tubo em que ele trabalhava deveria estar sendo emitido um tipo especial de onda que tinha a capacidade de atravessar o corpo humano.
Como era uma radiação invisível, ele a chamou de Raios X. Sua descoberta valeu-lhe o prêmio Nobel de Física em 1901.
Na época - começo do século XX - ocorreu uma revolução no meio médico, trazendo um grande avanço no diagnóstico por imagem.

Desde esta época até os dias de hoje surgiram várias modificações nos aparelhos iniciais a fim de se reduzir a radiação ionizante usada nos pacientes, pois acima de uma certa quantidade é prejudicial à saúde. Assim foram surgindo tubos de Raios X, diafragmas e grades antidifusoras para diminuir a quantidade de Raios X assim diminuindo a radiação secundária que, além de prejudicar o paciente, prejudicava a imagem final.
Em abril de 1896, fez-se a primeira radiografia de um projétil de arma de fogo no interior do crânio de um paciente, essa radiografia foi feia na Inglaterra pelo Dr. Nelson.
Em novembro de 1899, Oppenhein descreveu a destruição da sela túrcica por um tumor hipofisário.
Em março de 1911, Hensxhen radiografou o conduto auditivo interno alargado por um tumor do nervo acústico (VIII par.).
Em novembro de 1912, Lackett e Stenvard descobriram ar nos Ventrículos ocasionados por uma fratura do crânio.
Um neurocirrugião de Baltimore, Dandy, em 1918, desenvolveu a ventriculografia cerebral, substituindo o líquor por ar. Assim ele trouxe grande contribuição no diagnóstico dos tumores cerebrais.
Por volta de 1931, J. Licord desenvolveu a mielografia com a introdução de um produto radiopaco nos espaços suboracnóideo lombar.
Em julho de 1927, Egaz Moniz descobriu a angiografia cerebral pela introdução de contraste na artéria carótida no pescoço. Ao apresentar seu trabalho na Sociedade de Neurologia de Paris, ele disse: "Nós tinhamos conquistado um 
pouco do desconhecido, aspiração suprema dos homens que trabalham e lutam no domínio da investigação".

A evolução dos equipamentos trouxe novos métodos. Assim surgiu a Planigrafia linear, depois a Politomografia onde os tubos de Raios X realizavam movimentos complexos enquanto eram emitidos.


No Brasil, Manuel de Abreu desenvolveu a Abreugrafia, um método rápido de cadastramento de pacientes para se fazer radiografias do tórax, tendo sido reconhecida mundialmente.
Em 1952, descobriu-se a técnica da angiografia da artéria vertebral por função da artéria fermoxal na coxa passando um cateter que ia até o pescoço, pela aorta.


Por volta de 1970 através dos catéteres para angiografia, começou-se a ocluir os vasos tumorais sungindo assim a radiologia intervencionista e terapêutica. Assim, nos dias de hoje, passam-se catéteres que dilatam e desobstruem até coronárias, simplesmente passando-os pela artéria femoral do paciente, com anestesia local, evitando assim cirurgias extracorpóreas para desobstrução de artérias (famosas pontes de safena).


Também na década de 1970, um engenheiro inglês, J. Hounsfield, desenvolveu a Tomografia Computadorizada, acoplando o Raio X a um computador. Ele ganhou o prêmio Nobel de Física e Medicina. 
Até então as densidades conhecidas no Raio X eram ossos, gorduras, e partes moles. Com esse método, devido a sua alta sensibilidade foi possível separar as partes moles assim visualizando sem agredir o paciente, o tecido cerebral separando o liquor, a substância cinzenta e a substância branca. Até essa época, as imagens do nosso corpo eram obtidas pela passagem do feixe de Raio X pelo corpo, que sofria atenuação e precipitava os sais de prata numa película chamada filme radiográfico que era então revelado. Com essa nova técnica, o feixe de Raios X atenuado pelo corpo sensibilizava de maneiras diferentes os detectores de radiação. Essas diferenças eram então analisadas pelo computador que fornecia uma imagem do corpo humano em fatias transversais em um monitor sendo depois passada para uma chapa radiográfica.
A tomografia computadorizada revolucionou o diagnóstico por imagem, pois sem agressão alguma ao paciente, obtemos imagens em secções transversais de todo o organismo. Hoje pode-se diagnosticar em 10 minutos tumores in situ de até 1mm de diâmetro localizado na intimidade do cérebro como por exemplo um microneurinoma no interior do conduto auditivo interno e um micropinealoma na intimidade da glândula pineal.

O homem, não satisfeito com isto, descobriu e colocou em aplicação clínica a Ressonância Nuclear Magnética por volta de 1980. Ela obtém imagens do nosso 
corpo similares à tomografia computadorizada, só que com várias vantagens. Não utiliza radiação ionizante, raramente contrasta e se obtém imagens nos três planos: sagital, coronal e transversal.



Ela resulta da interação dos núcleos dos átomos, os prótons de Hidrogênio de número ímpar, com um campo magnético intenso e ondas de radiofrequência. Sob a ação dessas duas energias, os prótons de hidrogênio ficam altamente energizados e emitem um um sinal que apresenta uma diferença entre os tecidos normais e os tecidos patológicos. Essa diferença de sinal será analisada por um computador que mostra uma imagem precisa em secções nos 3 planos.
Vamos a luta, bom dia a todos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

PREFEITURA DE BARUERI - SP

DA PRESTAÇÃO DAS PROVAS ESCRITAS OBJETIVAS



 As provas objetivas serão realizadas na cidade de Barueri/SP, na data prevista de 13 de setembro de 2015, conforme os períodos estabelecidos no item 7.1.1 deste Capítulo, em locais e horários a serem comunicados oportunamente por meio de Edital de Convocação para as Provas Objetivas a ser publicado no Diário Oficial de Barueri, no dia 1 de setembro de 2015, e divulgado pela Internet, em caráter meramente informativo, nos endereços eletrônicos www.rboconcursos.com.br e www.barueri.sp.gov.br, observado o horário oficial de Brasília/DF.
 As provas serão aplicadas conforme a tabela que segue:


Técnico de Raio X
Objetiva
10 Língua Portuguesa
10 Matemática

20 Conhecimentos Específicos


Técnico de Raio X
01
--
R$ 2.126,46 (vide item 1.5 do Capítulo 1 deste Edital).
24 horas semanais
(vide item 1.7 do Capítulo 1 deste Edital).
Ensino médio completo com curso técnico em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.
R$ 12,30

Amo a Radiologia Médica!